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Galeria de arte ainda é relevante para o artista?

Varias coisas mudaram para os artistas a partir do início da Net. Mas notavelmente, os artistas agora têm bastante opções para apresentarem a sua arte. O sistema de galeria de arte tradicional ainda possui o seu lugar, porém já não controlam mas a exibição como antes da era da Net. Ser representado por uma galeria de arte já não é absolutamente o melhor único caminho próximo pelo artista. Não obstante tudo isso, vários artistas continuam sua incessante procura pela representação por uma essencial galeria sem perceber que outros caminhos se abriram em relação as negociações, comercializações produções de arte.

A principal razão por essa alteração nos negócios das arte é que agora o artista deve conversar de forma direta com o seu público proteger seus interesses de modo mas consistente com menos sujeição de terceiros, alguma coisa que na era pré-net tinha um sentido maior ser constituído pela Galeria. Pela primeira vez na história em diferentes formatos o artista deve aglomerar milhares ou até milhões de seguidores.

Na era pré-net o sucesso de um artista estava bastante mas sujeito a Galeria que o representasse o quanto de grana que essa Galeria iria investir para propaganda do artista no mercado doméstico ou externo.

Galeria de Arte x Artista

Se bem que tudo isso ainda aconteça, já não é tão extensa o que de antemão era a apenas via agora é unicamente uma das vias. Está bastante mas simples incrível a notícia entre artista o público o tempo de administração das Galerias de Artes acabou, os compradores estão a poucos passos da obra do artista.

Os artistas agora podem fazer praticamente tudo disponível, todo o trabalho que um dia a galeria de arte fez por eles agora deve ser conformado pelo artista ou seus equipe. A Net também facilitou o aproximação a mão de obra barata para a produção de trabalhos que não façam secção das habilidades dos artistas.

A notícia direta entre artistas compradores era um extensa impecilho quase que não existia. Era praticamente impraticável um comprador localizar um artista. Presentemente o artista está presente em vários canais de comunicação está bastante mas simples enviar uma mensagem de forma direta a este com a garantia que este ou alguém da sua equipe vá ler.

É correto que alguma pessoas podem discutir que as galerias de artes constantemente terão o seu papel para os artistas que não almejam se aprofundar em marketing participar mas ativamente da net, preferem um planeta mas solitário menos social, porém a net é um planeta solitário pouco social. As redes sociais, por ex, estão mas a serviço do artista do que da venda de um tela essa relação artista-público é mas eficiente conformado pelo artista do que pela Galeria de arte.

No time das Galerias são poucos artistas que vendem fazem o grosso do receita, em sua maior parte os artistas ficam a margem das vendas o que quer dizer que a Galeria não possui uma preocupação tão extensa em expor, investir, tentar apresentar para colecionadores ou feiras esse artista de poucas vendas. Mesmo um artista representado por uma essencial Galeria de Arte não possui garantia nenhuma de venda bastante mas de exposição, no conectado o artista possui controle totalidade da sua vulgarização de sua curso.

Tradicionalmente as galerias são um passo necessário para os artistas que desejam que sua obra trafegue em museus, instituições, coleções corporativas os níveis mas altos do planeta da arte. Porém isso também mudou. Muita pessoas que consomem arte pesquisam compram pela net o tempo todo incluindo colecionadores, curadores, investidores, especuladores, galeristas outra persona interessada em arte, incluindo o pessoal do reunião. O mundo inteiro estão a procura da novidade extensa estrela a net possibilita uma busca bastante mas ampla que nos patrimônio tradicionais.

Para os artistas, as chances de serem descobertos conectado está qualquer vez mas reais. Páginas de arte, blogs, publicações outras mídias especializadas estão detrás de artistas com qualidade para apresentar para o seu público. Como resultado desse novo protótipo de comunicação é que os artistas estão qualquer vez mas reconhecidos no mercado sem ter infalivelmente trafegado pela via tradicional das artes.

a notícia mas surpreendente é que a relação hierárquica entre Galeria de Arte x Artista está se convertendo. A Galeria continuamente teve controle totalidade do seu time. Ela que definia de modo mas direta quem seria representado atualmente com o conseguir do artista através das mídias sociais este se faz presente mas necessário para as Galerias, seu potencial de vulgarização, varias vezes, é superior que da própria Galeria. Uma ruptura de norma levando em conta que esse papel é da Galeria a quando menos 100 anos ou a partir de que elas foram fundadas.

uma galeria de arte típica deve ter pequeno número de milhares de seguidores conectado, não é tão incomum para um artista ter dezenas ou mesmo para centenas e centenas de milhares de simpatizantes. Não há excitante em continuar a maior parte das galerias, praticamente tudo o que fazem é postar as artes dos artistas representados, acompanhar o artista é muito mas abalado porque é um contato direto com seu ídolo é geral que sua narrativa o seu perfil de postagens agregue muito mas preço que um post de Galeria.

Rede Social – Twitter

Nós que temos uma Galeria de Arte vemos nem mais nem menos isso suceder em nossos relatórios. Um é que nossas obras são vendidas mas por buscas por nome de artistas do que pelo nome da nossa Galeria. Em nossos relatórios estaca evidente que vários compradores chegam em nosso sítio porque procuraram determinado nome de artista em consequência de facilidade em adquirir a obra em nosso sítio acabamos fechando negócio. Uma informação relevante que prova como a jerarquia entre Galeria x Artista mudou completamente.

Isso mostra como artistas com um extensa número de seguidores, artistas que possui um projeto de net muito organizado possui um montante enorme para a Galeria como seus fás podem ser uma valiosa moeda de troca no planeta da arte.

Agora, de antemão de permanecer entusiasmado com tudo isso, temos que meditar de modo consistente objetiva não se maravilhar por uma utopia de sucesso. Não são todos e cada um dos artistas que conseguem se realçar no planeta do dedo. São incontáveis os fatores que irão dominar no sucesso de alguém, é difícil definir bastante menos mensurar as peculiaridades precisas para o sucesso.

O essencial é o artista estar concentrado prestes para trabalhar forte em seu projeto. é irreal, porém tudo requer bastante trabalho para se realçar no planeta do dedo o artista tem ter um projeto consistente seus objetivos muito claros. É essencial trabalhar com objetivos reais que sigam uma crescente. Nós que trabalhamos a diversos anos com artistas já vimos de tudo vamos poder perceber que tão somente os artistas que trabalham rígido, que colocam metas reais buscam por essas metas que conseguem se entregar muito nas artes visuais.

 

Da Galeria ao Museu!

Acumular objetos que hoje em dia entendemos como artísticos deu origem aos museus à sua distinção em diversos áreas do conhecimento, ao longo do século 19. É na constituição do variedade de arte, na conformação da história da arte como disciplina acadêmica dentro das universidades, concomitantemente à asseveração dos Estados-Pátria no Velho Planeta, que possui início uma diferenciação bastante clara entre arte “antiga” (da tradição, ou aquilo que em inglês constituiu a noção de Old Masters) a arte “moderna”. Naquele instante, a teoria de “moderno” associava-se ao que era produzido pelos artistas vivos (por alto como ocorre hoje em dia em relação à teoria de “contemporâneo”). O temporada pós-revolucionário, na França, marcou um embate entre os artistas vivos os organizadores das primeiras exposições de arte da tradição – o que o cronista da arte Francis Haskell de Old Masters Exhibition, para este um gênero inerente de exposição que dura até atualmente –, em que os artistas vivos se viam prejudicados na promover venda de suas obras diante do nascente colecionismo mercado para a arte da tradição. É a lascar da segunda metade do século 19, diante das testes vanguardistas do início do século 20, que essa produção passa a ser designada como “arte acadêmica”, inicia a diferenciar-se qualquer vez mas da arte moderna, como a entendemos hoje em dia.

Desde logo, fez-se bastante claramente a separação entre um giro artístico regressado para o colecionismo de preciosas artes – que envolveu tanto as coleções de arte da tradição quanto as de arte acadêmica – outro rodeio, que se especializou no colecionismo de arte moderna. Desta maneira, não é provável meditar num colecionismo de arte moderna sem meditar que este é contemporâneo ao colecionismo de arte antiga que, de certa forma, são complementares emprestam práticas modelos um para o outro. Isso é evidente na forma pela que a produção dos artistas modernos passou a rodear a ser institucionalizada ao longo do século 20, quer dizer, pela constituição de críticos, galeristas colecionadores dedicados a constituir a memória da arte moderna, nos mesmos moldes que o fizeram aqueles que haviam escrito a história da arte dos artistas do pretérito. Esse padrão ainda parecido operar com bastante eficiência até hoje em dia, com a consolidação de galerias, coleções museus especializados em arte contemporânea, desconjuntando esta das outras duas categorias.

Dito isso, a imagem que se construiu para nós do colecionismo de arte moderna de arte contemporânea é de que haveria nele correto intensidade de autonomia nas escolhas um engajamento “real”, “puro” dos colecionadores. Pensemos em três exemplos, em circunstâncias territórios distintos para tentarmos discutir essa imagem.

Coleções modernas em SP NY
Tomemos, no começo, o caso de Peggy Guggenheim como expressivo do colecionismo de arte moderna em meados do século 20. Nascida em uma rica família de judeus de Novidade York estabelecendo-se a partir de bastante cedo em Paris, Peggy foi amiga do artista Marcel Duchamp, por meio dele teria se interessado, sobretudo, pelos artistas surrealistas. Sua primeira tentativa como galerista foi com a geração da Galeria Guggenheim Jeune, em 1939, em Londres. Com a eclosão da Segunda Guerra Global, ela dedicou-se a adquirir um imagem de um artista moderno por dia, sob orientação de seu camarada crítico de arte anglicano Herbert Read, pensando na geração de um variedade de arte moderna em sua terreno natal. O projeto viria a ser vencido pelo de seu solteirão, Solomon Guggenheim, o que levou Peggy a fundar a Art of This Century, em 1942. Caracterizada por uma arquitetura absolutamente moderna radical, a galeria concretizou exposições para apresentação de sua compilação várias sinais monográficas de jovens artistas, como no caso dos setentrião-americanos ligados ao expressionismo abstrato. O conclusão da galeria, em 1947, é seguido pelo restabelecimento de Peggy na Europa, com a compra da chamada Villa Venier dei Leoni, em Veneza, onde ela passa a morar desde 1949 morre em 1976. Sua villa é atualmente sede da sua compilação uma das sucursais do Reunião Guggenheim de Novidade York.

Paralela às iniciativas de Peggy Guggenheim, a São Paulo do pós-Guerra seria marcada pela urgência de instituições ligadas à promover da arte moderna que veio acompanhada da geração da primeira galeria de arte moderna na cidade. A Galeria Domus, fundada pelo parelha de aristocratas napolitanos Anna Maria Paschoale Fiocca, foi empregada com o escora financeiro de Ferdinando Matarazzo (primo do mecenas Francisco Matarazzo Sobrinho, logo presidente-fundador do MAM-SP) teve, nos seus poucos anos de existência, papel fundamental no fomento a um colecionismo privado de arte moderna. O que é interessante no caso da Domus é a introdução de artistas estrangeiros em seu montão suas exposições, particularmente a promover da arte moderna italiana. A busca do repórter José Armando Silva, há pouco publicada no livro Artistas na Metrópole: Galeria Domus 1947-1951 (Via Impressa), também objeto de uma exposição no MAM-SP, até 30/4, certamente nos abre novas capacidade de investigação sobre o colecionismo privado de arte moderna em São Paulo naqueles anos. Sabemos, atualmente, que o par Fiocca não tinha nenhuma experiência anterior com o negócio de arte, como vários de seus contemporâneos na Itália, que, no inopino pós-Guerra, criaram um transacção de arte moderna como forma de sobrevivência – trocando riqueza de primeira premência (tição, gás, mantimentos etc.) por obras de arte. Embora esse não seja nem mais nem menos o caso dos Fiocca, sua inserção no envolvente da escol paulista como galeristas de arte moderna foi, para eles, uma escolha de tentar uma novidade vida no Brasil.

A Galeria Domus teve uma atuação essencial não só no fomento ao colecionismo privado de arte moderna, como também por vezes interveio na constituição do ror do MAM. A promover dos artistas paulistas (ligados ao envolvente do Associação de Artistas Plásticos de São Paulo) resultou em aquisições privadas que encontram reverberações em escolhas feitas para o MAM. É o caso das obras brasileiras que Francisco Matarazzo Sobrinho doara para o pilha inicial do mescla, igualmente o conjunto de obras do artista autodidata José Antônio da Silva – que teve contrato de exclusividade com a Domus. Nos mesmos anos quando Matarazzo comprou obras do artista, via galeria, José Antônio da Silva era lançado na Exposição de Pintura Paulista (1949), organizada pela Domus na sede do Ministério de Instrução Saúde (atual Palácio Gustavo Capanema), no Rio de Janeiro, o MAM-SP preparava sua autobiografia, Romance da Minha Vida, para publicação.

Do reunião ao espaço de arte
Um terceiro , dessa vez mas contemporâneo, é o da compilação Würth, na Alemanha. A Würth é companhia a princípio de estrutura familiar, fundada no segundo pós-Guerra que cresceu com a reforma da economia alemã ao longo das vários anos de 1950 1960. Embora tenha sucursais em todo o planeta, sua atuação é maior entre a Alemanha, a Áustria a Itália. Lá, a Würth possui, junto às suas de fábrica escritórios, uma rede de circuito de exposição de arte, no formato do que os alemães chamariam de Kunsthalle, produzindo desta forma um giro recíproco de exposições de arte moderna contemporânea fora das grandes capitais culturais da Europa. O envolvimento com a promover de arte moderna contemporânea partiu do herdeiro da família, Rheinhold Würth, que, a arrebentar da década de 1960, inicia uma compilação de arte moderna contemporânea que hoje em dia é composta de 17 milénio obras de arte, possui pelo menos 2 conjuntos representativos de trabalhoss: dos artistas Anthony Dispendioso Christo – sendo o primeiro companheiro pessoal do colecionador.

Em 2003, Würth adquiriu a compilação do príncipe de Fürstenberg, composta de obras primorosas de Old Masters, em peculiar de mestres alemães dos séculos 15 16. A obtenção ocorreu durante a construção amplificação do Kunsthalle Würth, em Schwäbisch Hall, um povo medieval na localidade da Suábia, sede de uma das primordiais fábricas da empresa. Em seu Kunsthalle, empresa traz grandes exposições de artistas modernos contemporâneos, presentes em sua compilação, porém lançando mão de empréstimos de museus de arte do planeta inteiro. Perto dele, funciona hoje em dia a Johanniterkirche, uma pequena igreja medieval adaptada como espaço museológico para apresentação da compilação permanente do príncipe de Fürstenberg.

Esses três exemplos levantam aspectos ainda inexplorados pela busca em arte seu sistema. Em primeiro lugar, como já insinuado no início deste post, de que o colecionismo atual possui mas a ver com o colecionismo tradicional do que imaginamos. Aliás, de que não seria provável filosofar na treinamento dos acervos de museus de arte sem um colecionismo privado. A diferença atualmente talvez seja a de que esse colecionismo se institucionaliza na forma de museus corporativos empresariais, complementando o papel dos museus nacionais públicos, ao continuarem a simbolizar seus territórios/países.

Citamos cá Francis Haskell, um dos poucos especialistas que se interessaram pela história do colecionismo de arte. Seria necessário essencial retomar pesquisas nessa direção, para entendermos a constituição da narrativa de arte moderna contemporânea, igualmente a dimensão sociológica (se vamos poder de forma invocar) histórica da arte seu sistema. Para finalizar, pensemos somente em duas duvidas que emergem desses exemplos. Que o papel que mulheres colecionadoras tiveram na história da arte suas instituições? Quando medida o planeta empresarial se identifica com a figura do artista?